Tinham-no registado com o nome de Vasco da Gama. As grandes viagens não o assustavam, mas o que gostava mesmo era de atravessar as nuvens e seguir junto ao mar onde as ondas batiam na areia ou contra as altas arribas que findavam a terra.
Certo dia levantou voo em direcção ao sol. Estava um dia lindo e bem quentinho, mesmo bom para ir ver o mar. Com o entardecer apareceram umas nuvens grossas a ameaçarem uma valente trovoada. Já sobre terra, mas ainda estava longe do hangar quando surgiu o primeiro relâmpago e caíram os primeiros pingos grossos. Não era uma tempestade, parecia mais um dilúvio. “Preciso de aterrar urgentemente!!” decidiu Vasco da Gama. Depois de observar bem os campos à sua, viu uma extensa plantação de milho e fez-se à pista. Aterraria dentro de pouco tempo. Precisava de aterrar pois a tempestade estava cada vez mais intensa. Com todo o cuidado que o vento lhe permitiu, pousou as suas duas rodas de trás e baixou a da frente em segurança. “Pronto!! Consegui aterrar são e salvo”. Mas de repente e para sua grande surpresa começou a ouvir imensos estalidos. Eram tantos que a trovoada até soou mais silenciosa. O que se teria estragado? Nunca se tinha ouvido fazer semelhantes sons? Olhou em volta e para seu grande espanto viu-se rodeado de pipocas!!! Tinha aterrado num campo de milho… para pipocas!!!!!
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